Aos poucos o segundo polo turístico de Alagoas está perdendo alguns espaços públicos para ambulantes que estão transformando praças, calçadas e o centro da cidade, em um verdadeiro feirão a céu aberto.
Com uma orla bastante fiscalizada, ambulantes não tem vez e nem voz para discutir onde deve vender seus produtos, pois o glamour do interesse dos mais endinheirados não permite, ou não dão brechas para a venda de bugigangas na área nobre da cidade.
Por outro lado, o centro e a Praça Santo Antônio já viraram um mercadinho ao ar livre, e conta hoje com os mais variados produtos. Os nativos comercializam peixe, frutas, milho assados e cds piratas. Já o pessoal de Toritama-PE, estão negociando produtos de limpezas clandestino, óculos, bonés, sandálias, redes, meias, pano de prato, toalhas, sombrinhas, shorts e camisas, expostos em manequins.
Já na rua paralela a Praça Santo Antônio, no qual está situada a casa lotérica, os cidadãos tem que dividir o asfalto da rua estreita, com os carros que trafegam a todo o momento porque a calçada de passeio também foi invadida por ambulantes.
Só em três situações pode ser utilizado o uso de espaços em praças, canteiros e passeios de via pública para o exercício de atividades de comércio ambulante.
A primeira ocorre por meio do processo de concessão onerosa. A segunda exige que a calçada tenha um espaço livre para circulação de pessoas com largura igual à estipulada como máxima pela Lei do sistema viário, e a terceira é que deve haver uma clara delimitação, através de junta, pintura ou uso de materiais de pavimentação de texturas ou cores diferentes, entre a faixa de livre para circulação e aquela onde se permitirá a colocação do material.
Em Maragogi, foi constatado que nenhuma regra foi utilizada e que a todo momento, mais pessoas estão ocupando espaços público com carroças, ou bancos e que de alguma forma estão aproveitando a situação para conseguir uma renda extra.




























