Desde a última quinta feira, 04 de abril, após ser preso no povoado de São Bento em Maragogi, Valmiran da Silva, vulgo “Preá” acusado de ter matado Joabe José de Lima, popularmente conhecido por Joabe do Gesso, negou toda as acusações. Mesmo assim continuou detido devido o reconhecimento de uma testemunha.
Populares fizeram manifestação em frente à delegacia no mesmo dia da prisão, informando que “Preá” estava sendo confundido. Inconformados, amigos e vizinhos conseguiram arrecadar dinheiro para contratar um advogado para cuidar do caso. Além disso, um abaixo-assinado foi providenciado para demonstrar à justiça que “Preá” tem boa índole dentro do município.
Sabendo que haveria hoje uma audiência de custódia, centenas de moradores se reuniram em frente ao Fórum da Comarca de Maragogi com faixas e cartazes pedindo a liberdade de “Preá.” Após a audiência de custódia que foi acompanhado por três advogados, inclusive a defensora pública de Maragogi, Ana Carolina, ele foi liberado. Populares comemoram a soltura de Preá com fogos de artificio.
Em entrevista ao repórter Naldo Cerqueira, a advogada Ana Carla informou que a audiência foi bem tranquila porque as evidências não comprovaram em nada o homicídio, mas que a audiência de custódia era pra saber se ele responderia solto ou preso. Com o alvará de soltura em mãos, os advogados acompanharam “Preá” até a delegacia para pegar seus pertences e ir pra casa. Mesmo assim, ele tem que comprovar mensalmente à justiça que reside em Maragogi.
Já o acusado disse ao reporte que a justiça foi feita. “Essa foi uma decisão correta da justiça porque não é justo culpar uma pessoa pelo que ela não fez quando eu tinha prova que não estava no lugar no momento do acontecido. Eu estava em outro lugar com outras pessoas, isso a minha testemunha foi primordial no caso. Meus amigos sabem que sou honesto e não seria capaz de fazer um negócio desses. Ao finalizar, agradeceu a todos Valmiran da Silva, vulgo “Preá.”




























