
Sabemos que não evoluir ou andar para trás, é não enxergar o futuro. Pois bem, em pleno século 21 e em plena evolução da era digital, a democratização da comunicação, chegou através de ondas magnéticas com uma velocidade incalculável de mensagens entre o emissor e o receptor, não mais dependendo de concessões ou outorga de governantes para poder ir ao Ar qualquer tipo de notícias on-line.
Esta democratização de acesso rápido a informação, vieram acompanhadas de duas vertentes, sendo uma para o bem, e a outra para o mal. Aqueles que usufruem das Redes Sociais para beneficia-se com geração de emprego e renda ou com algo de bom em prol da coletividade, desfruta do bem democrático da comunicação social.
Mas por outro lado e historicamente refletindo a convivência entre os povos, a sociedade nunca deixou de viver sem conflitos, então na era moderna e tecnológica, não seria diferente. Por tanto, tal ardileza jamais poderia perder a oportunidade em não querer dentro de um ambiente sem dono, tentar desvirtuar e atingir em cheio seus desafetos, então, este outro pensamento das redes sociais, só poderá ser chamado de lado ruim da democratização social.
Entre o bem e o mal da democratização nas redes sociais, o que nos amedrontam hoje, são os zumbis digitais que foram paridos de uma pequena camada da sociedade, com o intuito de denegrir de forma ridicularizada através de fake news, alguém que não admira ou não gosta disseminando postagem abomináveis contra todos, desde o pequeno operário a políticos ou agentes públicos, da dona de casa ao pai de família, da criança ao adolescente, ou daqueles que galgam certos privilégios dentro de empresas privadas em uma sociedade harmônica e correta.
Toda via, entre o bem e o mal das redes sociais, vencerá sempre aquele que prolifera a verdade para a edificação do homem, da moral e da ética.




























